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	<title>Universo da Scarium &#187; Contos</title>
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	<description>Revista Virtual da Scarium - Scarium.info</description>
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		<title>A Última Felicidade</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 19:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Carqueija</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
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		<category><![CDATA[Ronald Ranhal]]></category>

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		<description><![CDATA[Miguel Carqueija Ronald Rahal Lá estava eu novamente. Mas isso não importava. A cada vez, percebia detalhes que não tinha percebido anteriormente. Aquele era, pelo visto, o dia de sempre, com muita agitação na firma de meu pai. Caminhei pelos departamentos e fui até sua sala. Encontrei-o, como sempre, no escritório central, atarefado, falando em três videofones, assinando uma série de documentos e atendendo as consultas de alguns assistentes. Todo aquele ambiente era exatamente como recordava ou que imaginava poder recordar. Os odores, as luzes, os sons. De alguns não me lembrava mais com tanta certeza. Mas pareciam estar todos ali presentes, para que eu pudesse apreciar cada um. Do jeito como pensava estarem guardados em minha mente. Fiquei parado saboreando aquele momento, como se fosse a primeira vez. Eu sabia que não era, mas fingia que assim fosse. Então ele me viu e veio ao meu encontro, apertando-me calorosamente as duas mãos: – Lúcio! Que bom vê-lo de novo na loja! O Natal está perto e por isso essa azáfama toda! – Papai, não quero que interrompa os contatos&#8230; – Não há problema nenhum. Borel, assuma no meu lugar que eu preciso conversar com o meu filho. – Claro, [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>Urros no Porão</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 15:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Carqueija</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Carqueija]]></category>

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		<description><![CDATA[Miguel Carqueija Minha infância, e a de minha irmã Letícia, foram marcadas por acontecimentos trágicos. Recordo com especial horror algo desnatural, insólito, que aos poucos foi envolvendo as nossas vidas, como areia movediça na qual afundássemos. Nosso pai morreu muito cedo; mal o havíamos conhecido. Fomos criados por nossa mão, a qual amávamos ternamente. Acredito que éramos boas crianças, amáveis, sensíveis e estudiosas. Não como essas crianças modernas, que até se trancam no quarto para assistir filme pornográfico, dizendo que estão estudando&#8230; Nossa mãe, Dirce, era pobre, como pobre fôra nosso pai, Galileu. Morávamos em Cachoeira de Macacu e mamãe, após a morte de papai, se esgotara em serviços domésticos, recusando a ajuda oferecida por nosso avô paterno, único parente próximo conhecido, fora uns tios que se encontravam lá no norte, demasiado longe e descontactados para que pudessem ajudar. Mamãe acabou por arruinar a sua já débil saúde, pegando uma anemia profunda. Então um dia – eu tinha onze anos e minha irmã, dez – fomos chamados por mamãe que, na cama, já mal tinha forças para se levantar. — Meus filhos —  disse ela — se preparem porque eu não vou durar muito tempo. Eu não gosto, não quero, [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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