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	<title>Universo da Scarium &#187; Crítica</title>
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	<description>Revista Virtual da Scarium - Scarium.info</description>
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		<title>Resenha: Star Trek:  Raças Alienígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 02:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Idalecio Smaniotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arqueologia da FC]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
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		<category><![CDATA[Quadrinhosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Edgar Indalecio Smaniotto Publicado pela Editora Devir Star Trek: Raças Alienígenas (São Paulo, 2010) apresenta seis historias, cada uma sobre uma das diversas raças que aparecem no universo ficcional de Jornada nas Estrelas, e tem por objetivo fazer com que o leitor conheça uma pouco mais sobre cada raça. Vamos às histórias: • GORN, texto continuação do episódio Arena, da série clássica de jornada nas estrelas, em que o Capitão Kirk enfrenta um alienígena réptil. Aqui, quinze anos depois, uma nave auxiliar da Federação dos Planetas Unidos, organização da qual a Terra faz parte, cai no planeta dos Gorns, devido a avarias. A história trabalha com os preconceitos e temores dos humanos em fazer contato com uma raça alienígena, que ao contraria da maioria das raças apresentadas em Jornada nas Estrelas, não é de mamíferos humanóides, como os próprios humanos. Texto de Scott e David Tipton, arte de David Messina e Sara Pichelli e cores de Paolo Maddaleni. • VULCANOS, a trama acompanha o inicio da carreira de Spock na Enterprise, ainda sob o comando do Capitão Pike, anterior a Kirk, quando a tripulação da nave recebe a incumbência de apoiar alguns lideres civis que desejam acabar com uma [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>O Segredo da Guerra</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 17:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Idalecio Smaniotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Cientifica brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Prof. Msc. Edgar Indalecio Smaniotto                                                (Observatório da ficção especulativa brasileira)  DAHARI, Estus  [Thiago Marés Tizzot]. O Segredo da Guerra. Curitiba: Arte e Letra, 2005. www.arteeletra.com.br  O Segredo da Guerra, nos remete a um cenário de fantasia heróica, com influências claras de RPGs e autores ingleses (Tolkien “O Senhor dos Anéis” e C. S. Lewis  “As Crônicas de Nárnia”). Thiago Marés Tizzot nos apresenta o mundo de Breasal, formado por um continente e três ilhas. Seus habitantes (raças), são aquelas tradicionalmente apresentadas em obras de fantasia: Humanos, Gnomos, Anãos, Elfos, Trolls etc.; o autor não se preocupa em criar raças mais originais, usando elementos por exemplo do folclore e tradições mitológicas  brasileiras. Não sou contra o uso de Elfos, Anãos ou Trolls, mas sua mescla com elementos nacionais iria garantir já uma certa originalidade e possivelmente a formação de uma literatura de fantasia tipicamente nacional. O livro traz em anexo o tradicional mapa, no caso de Breasal, da cidade de Teraf e do campo de batalha entre anões e elfos. Os mapas são bem desenhados e de fácil leitura, assim como todas as gravuras do livro, trabalho de primeira qualidade. Segue também um Glossário, bastante útil no decorrer da leitura e  [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>O Último Harry Potter</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 13:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>scarium</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[literatura fantástica]]></category>
		<category><![CDATA[Simone Saueressig]]></category>

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		<description><![CDATA[A autora faz uma análise profunda do último volume da série do bruxo mais famoso. Simone Saueressig &#8211; 21/04/2008 Bem, acabou. Depois de sete volumes, e um tanto atrasada com a leitura, termino a série “Harry Potter” um pouco surpresa com a falta de repercussão do final. Talvez fosse o fato de que a grande maioria dos pontos importantes das narrativa não fossem mais uma surpresa para os leitores medianos, entre os quais me incluo? Quem sabe? Em todo o caso, me parece um tanto desagradável ter escrito uma crítica quando a série ia pela metade, e agora me calar quando ela acaba. E como a crítica especializada em literatura deste país, em sua imensa maioria, ignora a literatura chamada “infanto-juvenil” e parece já ter decidido que o sucesso de alguns livros se devem apenas à mídia, sobretudo se são de Fantasia, fica um vazio que os fãs da série preenchem em sites fechados em si mesmos. Como se os demais leitores não precisassem discutir a obra! Não é preciso ser fã incondicional de um produto cultural para discuti-lo, afinal de contas. Assim, antes de dizer qualquer coisa a mais, é preciso colocar vários pontos positivos para a obra da [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>Caroline, Crônica de uma decepção</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 14:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>scarium</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[autor estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Horror]]></category>
		<category><![CDATA[literatura fantástica]]></category>

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		<description><![CDATA[Simone Saueressig É sempre uma pena quando nos pomos a ler um livro de um autor que apreciamos e descobrimos que o texto é um pouco mais do que uma decepção, mas foi o que me aconteceu com a leitura de &#8220;Coraline&#8221; de Neil Gaiman (Ed. Rocco, col. Jovens Leitores, 2003). Fã absoluta das história de &#8220;Sandman&#8221;, mergulhei na leitura de &#8220;Coraline&#8221; cheia de expectativas. Infelizmente, a história revelou-se tão pobre que me pareceu, sem a menor sombra de dúvida, que o melhor do livro é o projeto gráfico da capa, um trabalho de excelência com ilustração de Dave MacKean, aliás, o autor das capas belas e inquietantes das HQ do &#8220;Homenzinho da Areia&#8221;. &#8220;Coraline&#8221; conta a história de uma menina dos nossos tempos: vivendo em um novo endereço – uma velha casa dividida em vários apartamentos alugados para diferentes e estranhas pessoas – ela têm pais que trabalham em casa mas que nunca têm tempo para ela. Marcados pela globalização e pela comida rápida, quando é papai que cozinha a comida têm tudo para ter um gosto estranho. Quando é mamãe, o microondas é o principal utensílio para cozinhar. Sem irmãos, Coraline é uma criança solitária, buscando continuamente companhia [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>Shakespere no Cinema</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 02:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>scarium</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Ademir Pascale]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes paro pra refletir e me pergunto: o que seria da língua inglesa sem as influências do excelente dramaturgo William Shakespeare (1564-1616)? Notamos as influências deste dramaturgo por todos os lados; nas telenovelas, cinema, literatura, teatro e até mesmo nas histórias em quadrinhos do Maurício de Souza e Walt Disney. Existem controvérsias e, alguns juram que Shakespeare nunca tenha escrito nenhuma peça teatral e, infelizmente, também acredito que não... Estudando a Literatura Inglesa, poderemos notar que a maioria das peças de Shakespeare, já eram bem antigas e muitas de autores desconhecidos. Naquela época "meados de 1500" não existia o plágio, todos poderiam copiar as peças uns dos outros e até mesmo modificá-las e melhorá-las e, é isto no que acredito, provavelmente Shakespeare adquiriu várias ou todas as suas obras de outros autores, comprando ou mesmo, copiando. A famosa trama de Romeu e Julieta, acredite se quiser, vem do poema narrativo de Arthur Brooke, A Trágica História de Romeu e Julieta, de 1562, Shakespeare apenas acrescentou e modificou alguns detalhes, mas a história não acaba por ai, pois historiadores dizem que Romeu e Julieta ainda é anterior a obra de Arthur Brooke e o verdadeiro autor é Masuccio Salernitano do ano de 1476, e o título original de Romeu e Julieta era Mariotto e Gianozza, em Il Novelino (só Deus deve saber se parou por ai. Quem sabe a obra ainda não é anterior ao dramaturgo Masuccio Salernitano?). Bom, então não preciso dizer mais nada sobre as outras obras: Hamlet, Otelo, O Mouro de Veneza, Tito Andrônico, A Comédia dos Erros, Sonho de uma Noite de Verão, A Megera Domada, Muito Barulho por Nada (discutiremos muito o filme baseado nesta obra), etc.
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>&#8220;Violência gratuita&#8221; e uma reflexão sobre a desigualdade humana.</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 11:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>scarium</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ademir Pascale]]></category>
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		<description><![CDATA[CRÍTICA: VIOLÊNCIA GRATUITA - Um filme deveras raro... não, raro é pouco. É muito difícil assistir um filme em que os vilões sempre se dão bem em todos os momentos de projeção. Com uma boa dose de Laranja Mecânica no enredo, Violência Gratuita é um terror psicológico terrível e visceral; não consegui desgrudar os olhos da tela.
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>A Literatura de Ficção Científica Brasileira está moribunda?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 23:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>scarium</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
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		<category><![CDATA[Marco Bourguignon]]></category>

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		<description><![CDATA[Marco Bourguignon Convido a todos para fazer uma reflexão, a moda de terapia de grupo. Vou levantar várias perguntas e quem puder me responder, responda. Se admitirmos que a literatura de Ficção Científica esteja moribunda no Brasil, um doente terminal, poderemos culpar a crise financeira? Ou dizer que os leitores têm preconceito contra o gênero? Nos anos 80, parecia que haveria uma volta por cima, mas o gênero se perdeu em alguns títulos e em alguns números de uma revista de renome. Ao entrar nos anos 90, ela estava fadada a desaparecer, ou restrita a apenas alguns grupos de fãs. Quem foram os vilões? Hoje, o que vejo é uma grande contradição entre os escritores iniciantes. Escrevem FC, mas não as lêem. Na verdade, lêem muito pouco qualquer coisa, ou simplesmente, ficam restritos apenas aos autores da moda e buscam reproduzi-los em seus escritos. Influências são boas; mas cópias, não. Sem estilo próprio e sem história própria. Olha que não estou buscando algo genial, mas um pouco de entretenimento, uma história bem contada. Faço estas observações ao me deparar com os textos do último “Concurso da Scarium” que organizei. O quê está acontecendo? A “culpa” é das editoras? Sim, as [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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