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	<title>Universo da Scarium &#187; Resenhas</title>
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	<description>Revista Virtual da Scarium - Scarium.info</description>
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		<title>Conversando entre estrelas distantes</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 11:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Idalecio Smaniotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arqueologia da FC]]></category>
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		<category><![CDATA[ficção centífica]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Edgar Indalecio Smaniotto É com muita satisfação que acabo de ler: “The voices of a distant star”. Este mangá publicado aqui no Brasil pela Panini, em edição única, com o título assim mesmo em inglês, mas lógico que o conteúdo foi inteiramente traduzido. A história é do iniciante (segundo seu próprio pósfacio), Makoto Shinkai, com arte de Mizu Sahara. Em português a história poderia ser traduzida como “Vozes entre estrelas distantes”. Este é um drama de ficção científica, cujo tema central é a comunicação, e como ela une os seres humanos, mesmos nas distâncias infinitas do espaço. No ano de 2039 a primeira expedição tripulada humana ao planeta Marte descobre antigas ruínas no Planalto Tharsis. Por algum motivo, um pouco nebuloso na história, os tharsians reaparecem neste momento, e tudo leva a crer que, com medo, a humanidade ataca primeiro. Daí prolongasse uma guerra entre as duas civilizações. Mas está não é uma ficção científica militarista, por vezes, muito poucas mesmo, vemos alguns robôs armados e pilotados por humanos e naves espaciais, mas se retirássemos estas cenas, não daria umas quinze páginas das 240 do mangá. O que conta aqui não é a ação militar, mas o drama humano. [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>Resenha: Star Trek:  Raças Alienígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 02:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Idalecio Smaniotto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Edgar Indalecio Smaniotto Publicado pela Editora Devir Star Trek: Raças Alienígenas (São Paulo, 2010) apresenta seis historias, cada uma sobre uma das diversas raças que aparecem no universo ficcional de Jornada nas Estrelas, e tem por objetivo fazer com que o leitor conheça uma pouco mais sobre cada raça. Vamos às histórias: • GORN, texto continuação do episódio Arena, da série clássica de jornada nas estrelas, em que o Capitão Kirk enfrenta um alienígena réptil. Aqui, quinze anos depois, uma nave auxiliar da Federação dos Planetas Unidos, organização da qual a Terra faz parte, cai no planeta dos Gorns, devido a avarias. A história trabalha com os preconceitos e temores dos humanos em fazer contato com uma raça alienígena, que ao contraria da maioria das raças apresentadas em Jornada nas Estrelas, não é de mamíferos humanóides, como os próprios humanos. Texto de Scott e David Tipton, arte de David Messina e Sara Pichelli e cores de Paolo Maddaleni. • VULCANOS, a trama acompanha o inicio da carreira de Spock na Enterprise, ainda sob o comando do Capitão Pike, anterior a Kirk, quando a tripulação da nave recebe a incumbência de apoiar alguns lideres civis que desejam acabar com uma [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>Uma Fábula sobre responsabilidade humana</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 17:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Carqueija</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Arqueologia da Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[autor estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Carqueija]]></category>

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		<description><![CDATA[Miguel Carqueija Resenha de “Inconstância do Amanhã”, de F.G. Rayer. Coleção Argonauta, nº. 7. Título original: “Tomorrow sometimes comes” (O amanhã virá algum dia). Este foi um dos mais envolventes e eletrizantes romances de ficção científica que eu já li. Aborda, de forma magistral, a questão da responsabilidade do homem pelos seus atos e em face das consequências. É uma história da Guerra Fria, escrita numa época anterior aos mísseis intercontinentais. A guerra atômica, se então viesse, teria nos aviões de bombardeio os seus agentes de destruição. Rayer especula com o que poderia suceder, se a guerra fosse desencadeada por engano. O trágico herói da novela, o Major Jack Mantley Rawson, é o comandante de uma base aérea secreta e estratégica em alguma região dos Estados Unidos. Quando a base é sobrevoada por um avião desconhecido e que não responde às tentativas de contato, e uma tremenda explosão isola o local impedindo as comunicações com autoridades superiores, Rawson, prestes a ser anestesiado para uma operação de emergência e julgando cumprir o seu dever, ordena a imediata retaliação contra o inimigo (que só podia ser a União Soviética). O mundo é varrido pela guerra atômica e Rawson, em animação suspensa no [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>Galeria do Tempo: da Terra à Lua, de Júlio Verne</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Feb 2011 16:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Carqueija</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Carqueija]]></category>

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		<description><![CDATA[Miguel Carqueija Coleção Saraiva, 240 (S.Paulo) – tradução de Augusto de Souza – título original: “De la Terre a la Lune” – junho de 1968. &#160; Para os aficcionados de ficção científica, falar em Júlio Verne é algo que deve ser feito com respeito e reverência. Afinal, pode-se dizer que a ele devemos tudo. Verne foi um mapeador das possibilidades reais da civilização, assim mesmo colocou-se muito à frente de sua época. Basta dizer que a efetiva viagem à Lua só veio a ocorrer em 1969, isto é, aproximadamente um século depois. No caso específico deste romance, o leitor pode sentir uma certa leviandade na maneira como são apresentados os membros do “Gun-Club”, formado em Baltimore por engenheiros bélicos: “Uma condição sine qua non era imposta a toda a pessoa que desejasse entrar no clube: a de ter imaginado, ou pelo menos aperfeiçoado um canhão, e não sendo canhão, uma arma de fogo qualquer.” Prossegue Verne explanando a escalada de poder destrutivo a que se dedicavam os clubistas, chegando ao seguinte cálculo: “dividindo o número das vítimas de balas pelo dos membros do Gun-Club, chega-se à conclusão de que cada um destes matou em média 2.375 homens e uma fração” [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>O Segredo da Guerra</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 17:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Idalecio Smaniotto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Cientifica brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Prof. Msc. Edgar Indalecio Smaniotto                                                (Observatório da ficção especulativa brasileira)  DAHARI, Estus  [Thiago Marés Tizzot]. O Segredo da Guerra. Curitiba: Arte e Letra, 2005. www.arteeletra.com.br  O Segredo da Guerra, nos remete a um cenário de fantasia heróica, com influências claras de RPGs e autores ingleses (Tolkien “O Senhor dos Anéis” e C. S. Lewis  “As Crônicas de Nárnia”). Thiago Marés Tizzot nos apresenta o mundo de Breasal, formado por um continente e três ilhas. Seus habitantes (raças), são aquelas tradicionalmente apresentadas em obras de fantasia: Humanos, Gnomos, Anãos, Elfos, Trolls etc.; o autor não se preocupa em criar raças mais originais, usando elementos por exemplo do folclore e tradições mitológicas  brasileiras. Não sou contra o uso de Elfos, Anãos ou Trolls, mas sua mescla com elementos nacionais iria garantir já uma certa originalidade e possivelmente a formação de uma literatura de fantasia tipicamente nacional. O livro traz em anexo o tradicional mapa, no caso de Breasal, da cidade de Teraf e do campo de batalha entre anões e elfos. Os mapas são bem desenhados e de fácil leitura, assim como todas as gravuras do livro, trabalho de primeira qualidade. Segue também um Glossário, bastante útil no decorrer da leitura e  [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>E por falar em fim do mundo&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 21:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Carqueija</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
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		<description><![CDATA[J. H. Rosny-Ainè (1856-1940), nascido belga e mais tarde, após um período na Inglaterra, radicado na França, é um dos maiores e, entre os grandes, um dos mais esquecidos autores da ficção científica. Um de seus romances desse gênero — “La mort de la Terre” (A morte da Terra) está agora (2010) completando cem anos.
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>A Grande Homenagem de Roberval Barcellos</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 13:12:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Carqueija</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Cientifica brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucos livros terão sido mais discutidos e analisados que “1984”, de George Orwell (1903-1950). O autor britânico criou a mais impressionante distopia ao imaginar que, em poucos anos, surgisse o Estado Total, capaz de controlar até mesmo os pensamentos dos indivíduos. Ao mesmo tempo é um romance bem escrito, envolvente, muito bem construído e concatenado.
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>AnaCrônicas: Pequenos contos Mágicos</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 18:25:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Idalecio Smaniotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Cristina Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[literatura fantástica]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Carqueija]]></category>

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		<description><![CDATA[Miguel Carqueija O livro de estréia de Ana Cristina Rodrigues surpreende pela sensibilidade, numa época em que prevalece em boa parte do fandom a crueza e a vulgaridade em palavras e cenas. Contudo, há nesse livro de contos uma série de problemas. O primeiro é o próprio título, de evidente mau gosto por se tratar apenas de trocadilho com o nome da autora. O subtítulo, &#8220;Pequenos contos mágicos&#8221;, serviria perfeitamente. O segundo problema é a ilustração de capa e contracapa, heterogênea, pouco atraente. E o terceiro — e notem bem, até aqui problemas extrínsecos ao conteúdo — é o prefácio de Octávio Aragão, que nada esclarece e que até dá a entender um caráter, digamos, &#8220;transgressor&#8221; no texto. Ora, o livro pode ser considerado conservador, derivando para um estilo poético e fabulístico, acenando para as tendências de Ray Bradbury, João Batista Melo ou Malba Tahan. O primeiro conto, que provavelmente é o melhor de todos, curiosamente é uma fanfic de Alice. &#8220;É tarde!&#8221; representa uma alternativa bem lógica, ao que poderia ter acontecido diferente do texto de Lewis Carrol, no dia em que Alice deveria esbarrar com o Coelho Branco. &#8220;Chiaroscuro&#8221; é uma historia de iniciação mágica, que termina abruptamente [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>Perry Rhodan, panorama da publicação da série no Brasil.</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 16:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Idalecio Smaniotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arqueologia da FC]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Perry Rhodan é uma série de ficção científica alemã de enorme sucesso comercial naquele país, publicada pela primeira vez em 08/09/1961 na Alemanha, cujo número 1 tinha o título de Missão Stardust, hoje a série atingiu naquele pais o número 2461 (Der unendliche Raum) do ciclo Negasphëre. No Brasil a série chegou em 1966, como Operação Astral, o volume 14 da coleção Galáxia 2000, traduzido de uma edição francesa que agrupava sob um único título os dois primeiros episódios: Missão Stardust e A terceira potência, segundo o pesquisador Roberto de Sousa Causo. Também foi editada entre 1975 e 1991 pela Ediouro (aquela das revistinhas de cruzadinhas) em livros de bolso com três formatos diferentes: branco pequeno, preto pequeno e preto grande. Foram editados ao todo 536 volumes, compreendendo os seguintes ciclos: A Terceira Potência (vol. 1-49), Atlan e Árcon (vol. 50-99), Os Pós-bis (Vol. 100-149), O Segundo Império (vol. 150-199), Os Senhores da Galáxia (200-299), M-87 (300-399),os Cappins (400-499) e O Enxame (500-536). Sendo que o ciclo O Enxame (o oitavo ciclo da séries) deveria ir até o número 569 e portanto ficou incompleto no Brasil. Os primeiros números da saga de Perry Rhodan teriam sido inspiradas por escritores norte-maericanos, [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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		<title>Perry, nosso homem no espaço Vol. 1</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 16:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Idalecio Smaniotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arqueologia da FC]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Arqueologia da Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Perry Rhodan]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um artigo anterior desta coluna, comentamos as varias etapas de publicação pela qual a série Perry Rhodan passou no Brasil. Mas o que poucos leitores dos livros sabem é que no longínquo ano de 1975, a Editora Etcetera publicou a versão em quadrinhos do personagem, que hoje se tornou uma raridade, inclusive com alguns vendedores especulando nos preços. Sabemos que pelo menos dois números foram publicados, o número 1, que temos em mãos, e agora disponibilizamos em Scans (ver link no final deste post) para os fãs de Perry Rhodan que não tiveram a chance de colocar as mãos neste material, e o número 2, que é anunciado na quarta capa do número 1, e que disponibilizaremos também nesta mesma coluna. Aguardem!!! Segue uma pequena resenha do nº 1 de “Perry, nosso homem no espaço”, que afinal é um título maravilhoso para uma revista em quadrinhos de ficção científica. Que trás sempre a bela mensagem: “Um êxtase cósmico por quinzena”. O título da história deste primeiro volume é um tanto quanto exagerado, sendo quase um resumo da história: “A primeira parada no caminho do infinito. No templo das almas mortas. Perry decifra o enigma de Seomanta”. A história começa [...]
Nenhum artigo relacionado.]]></description>
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